Área 51

Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada, próxima de Groom Lake, Estados Unidos, a menos de 160 quilómetros de Las Vegas. A cidade mais próxima é Rachel, Nevada, que está a 40 quilómetros da base.
Kelly Johnson, que foi responsável pela construção da instalação, baptizou-a de “Rancho Paraíso”. A base é conhecida por outros nomes como “O Rancho”, “Faixa de Watertown”, “A Caixa”, “Quadrado Vermelho”, “A Fazenda”, “Lago Groom”, “Terra dos Sonhos”, “Centro de Testes de Voo da Força Aérea” e “Destacamento 3”. Apesar de ser conhecida por muitos nomes, a maioria das pessoas designa-a por “Comissão de Energia Atómica (AEC): Área 51”.
Existem muitas teorias sobre como a Área 51 recebeu esse nome. A mais popular é que a instalação faz fronteira com o Local de Teste de Nevada (NTS, Nevada Test Site). A AEC usou o NTS como base de teste para bombas nucleares. O NTS é mapeado como uma tela quadriculada numerada de 1 a 30. A Área 51, apesar de não fazer parte dessa tela, faz fronteira com a Área 15. Muitos dizem que o local recebeu o nome de Área 51 devido à transposição dos números 1 e 5 de sua vizinha. Outra teoria popular é que o número 51 foi escolhido porque ele não seria usado como parte do sistema do NTS no futuro (no caso do NTS se expandir).
A base ocupa somente uma parte da sua área de mais de 27 mil hectares. É constituída por um hangar, uma portaria, algumas antenas de radar, algumas instalações para hospedagem, uma confusa entrada, escritórios, pistas e abrigos. Os abrigos são prédios projectados para que as aeronaves se possam mover rapidamente sob a cobertura quando os satélites passam acima delas.
Teoria da conspiração sobre a Área 51
A Área 51 é muito provavelmente uma das bases de testes aéreos mais sigilosas do planeta, mas é conhecida mundialmente por uma série de supostos acontecimentos ocorridos na década de 1970, e que alguns atribuem a um "envolvimento" e "contacto" do exército americano com extraterrestres.
Enquanto que por um lado existem pessoas que acreditam que a construção da base teve como único objectivo a sua utilização para fins de defesa nacional por parte dos EUA, através de testes de energia nuclear e com a construção de aeronaves secretas, outras pessoas criaram a sua teoria alternativa sobre os verdadeiros projectos desenvolvidos na Área 51, que, na opinião de muitos, contém segredos que poderiam causar um clima de tensão e incerteza na comunidade mundial, caso fossem revelados.
O próprio nome inspira pensamentos de conspirações do governo, aeronaves "pretas" secretas e tecnologias alienígenas. Factos, mitos e lendas caminham juntos, de tal forma que se tornou difícil separar a realidade da ficção. O que acontece exactamente nesta instalação?
Ao longo deste trabalho iremos apresentar alguns argumentos que a favor e contra a teoria de que existe vida alienígena na Área 51, e que esse segredo tem vindo a ser ocultado do resto do mundo.
Argumentos a favor da teoria da conspiração sobre a Área 51
· Secretismo: ao longo dos anos, a Área 51 tem sido exemplarmente guardada por militares em jipes, helicópteros Pave Hawk e aviões diversos. Um sofisticado sistema de detecção de movimentos capta tudo o que se mexe dentro do seu perímetro, alertando os guardas, que vão imediatamente ao local da intrusão e removem os que se aventurarem pelos muros em volta da base. Esses sensores são tão modernos que seriam capazes de “sentir” literalmente o cheiro de estranhos e poderiam distingui-los de animais.
Há placas espalhadas por todos os cantos, informando que intrusos podem ser detidos. Na verdade, pela extensão da lei de segurança nacional dos EUA, um curioso capturado nos arredores da Dreamland (“Terra dos Sonhos”) pode ficar detido, sem qualquer necessidade de explicação por parte das autoridades, até 72 horas. Em determinadas circunstâncias, os guardas podem atirar a matar sem qualquer pergunta.

Vários homens que não parecem ser militares patrulham o perímetro. Esses guardas provavelmente são civis contratados. Observadores chamam-los de "cammo dudes" (“tipos camuflados”), porque eles vestem geralmente camuflagem de deserto. Os cammo dudes circundam a Área com veículos de tracção nas quatro rodas, olhando para todos que estejam próximos dos limites da Área 51. Supostamente, as suas instruções são de evitar contacto com intrusos, se possível, e agir meramente como observadores e dissuasores. Se alguém parecer suspeito, os cammo dudes ligam para o xerife local para que ele cuide do suspeito. Esporadicamente, os cammo dudes confrontam-se com invasores, supostamente apreendendo qualquer filme ou outro dispositivo de gravação e intimidando-os. Às vezes, helicópteros dão apoio adicional. Há rumores de que os pilotos de helicóptero ocasionalmente usam tácticas ilegais como sobrevoar bem baixo os invasores para intimidá-los.
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O perímetro de segurança da Área cresceu muito nos últimos anos. Até 1984 era fácil observá-la da montanha Bald e de outros lugares mais altos, que ficam ao norte das instalações militares. Mas, devido aos curiosos, a Força Aérea Norte-Americana (USAF) estendeu a área da vizinha Base Aérea de Nellis, cerca de 100 km de Dreamland, de forma a reforçar a segurança do local contra invasões. Entretanto, dois muros ao sul de Groom Lake ainda ofereciam uma visão razoável da base até 1995, quando as autoridades também suprimiram este acesso. As localidades de White Sides Peaks e Freedom Ridge foram então anexadas ao complexo militar. A duas horas de carro de Las Vegas, pela rodovia NV-93, em pleno deserto de Nevada, estima-se que o complexo militar de Dreamland tenha 9 mil hectares, inseridos numa área equivalente ao tamanho da Suíça.
O espaço aéreo acima da Área 51 é conhecido como R-4808 e é interdito a todos os voos comerciais e militares não originados da própria base (excepto os aviões Janet que transportam as pessoas que lá trabalham). A Área 51 é considerada parte da Base Edwards da Força Aérea, na Califórnia, ou da Nellis Air Force Range, no Nevada, ainda que pilotos de ambas as bases sejam proibidos de voar no espaço aéreo da Área 51. De facto, os pilotos que voam numa das zonas neutras em redor da R-4808 são comprovadamente punidos pelos seus comandantes, porém de maneira bastante tolerante. Sempre que um piloto voa através de uma zona neutra, o exercício de treino imediatamente acaba e o piloto recebe ordens para retornar à base. Voar conscientemente na R-4808 é uma ofensa muito mais séria e os pilotos podem enfrentar os tribunais, resultando em dispensa sem honra e período na prisão.
Apesar das imagens da estrutura da Área 51 que têm vindo a ser reveladas para todo o mundo ao longo dos anos, muitas pessoas alegam que a base não contém apenas aquelas instalações observadas na superfície. Estas acreditam que os prédios da superfície assentam sobre o topo de uma base subterrânea em forma de labirinto. Algumas declaram que a instalação subterrânea tem até 40 níveis ligados através de pistas subterrâneas a outros locais em Los Alamos, White Sands e Los Angeles, e que estas contêm depósitos de tecnologia alienígena e até mesmo espécies alienígenas.
O físico canadiano Stanton Friedman, correspondente de ufologia no Canadá e um dos maiores especialistas no assunto, já esteve no local durante o programa Larry King Live, em Outubro de 1994, e disse que “(...) muitas das instalações da Área 51 são subterrâneas e estão dentro de montanhas. Por isso que os satélites espiões que passam sobre a região não detectam nada de significante”. Para Friedman, por serem subterrâneas, as instalações militares de Dreamland estão bem protegidas contra as armas nucleares inimigas, e também da curiosidade dos ufólogos.
Todas as manhãs, pelo menos 500 pessoas chegam a um terminal de embarque restrito na ala norte do Aeroporto McCarran, em Las Vegas, Nevada. Lá, embarcam num Boeing 737-200 sem qualquer tipo de identificação. Após 30 minutos de voo, chegam ao seu destino final: Base Aérea de Groom Lake, cerca de 170 km ao norte da capital mundial dos casinos. A EG&G, empresa de defesa contratada, é dona do terminal. Cada avião usa a palavra "Janet" seguida por três dígitos como um sinal de chamada para a torre de controlo do aeroporto.
· Caso Roswell: considerado o maior marco da ufologia mundial, o caso Roswell foi o mais impressionante relato e a mais absoluta prova do encobrimento do assunto “Ovnis” no mundo. 24 de Junho de 1947 foi o dia em que o termo "disco voador" entrou para o vocabulário americano. Esse foi o dia em que Kenneth Arnold relatou ter visto um Ovni enquanto pilotava seu avião particular sobre o estado de Washington. Ele disse que o objecto voava como se fosse um pires flutuando na água, e o “disco voador” nasceu. No dia 8 de Julho de 1947, a Base Aérea de Roswell emitiu um comunicado à imprensa, escrito pelo General William "Butch" Blanchard, declarando que haviam recuperado os restos de um objecto voador não-identificado. O Exército rapidamente retirou a declaração, mas não antes de ela correr pelos meios de comunicação social. Algumas pessoas acreditam que o governo enviou os escombros e um corpo para a Área 51 para exames e estudo. Ainda que a Área 51 e Roswell sejam habitualmente mencionados simultaneamente, as duas localizações são bem distantes uma da outra. Roswell fica no Novo México e, de acordo com os mapas do Google, está a 1.434km de distância da Área 51. A viagem levaria mais de 15 horas de carro e, segundo a maioria dos relatórios, não é uma viagem muito entusiasmante.
· Declarações de Robert Lazar: desde o estabelecimento da Área 51 que várias pessoas declaram ter visto estranhos objectos sobrevoando seu espaço aéreo e arredores, mas as autoridades sempre negaram os factos. Contudo, um dos seus próprios funcionários declarou que na base, além de projectos militares avançados que usam tecnologia alienígena activamente, discos voadores genuinamente extraterrestres também seriam objecto de estudo. As naves, resgatadas intactas de acidentes, eram consertadas ou reconstruídas em Dreamland e depois submetidas a provas por pilotos de testes. Foi o próprio físico Robert “Bob” Lazar quem fez tal afirmação, sendo seguido por vários ex-funcionários das instalações de Groom Lake. “Quase todos os dias eu pegava o avião em McCarran e ia à Área 51, onde trabalhava em tecnologia revolucionária”, declarou Lazar, que trabalhou cinco meses na base, a partir de Dezembro de 1988. O piloto de testes e herói de guerra John Lear, filho do então proprietário da fábrica de aviões a jacto Learjet, foi um dos que colocou os UFO’s (Unidentified Flying Object – objecto voador não identificado – ovni) à prova. Lazar recentemente estendeu suas declarações e informou que o governo norte-americano estava pesquisando nada menos que nove discos voadores na Área 51, e tentava adaptar sua tecnologia a projectos terrestres, com o uso da chamada engenharia reversa, que consistia em reverter a tecnologia na nave espacial alienígena para que ela fosse utilizada em veículos militares norte-americanos e na produção de energia. Pelas suas declarações, ele e sua mulher receberam várias ameaças de morte. Assim, evitando correr riscos, em Novembro de 1989 decidiu aparecer em público e confirmou as suas alegações. Afirmou que há um lugar secreto no interior da Área 51, conhecido como S-4, próximo do lago seco Papoose, onde as naves alienígenas eram guardadas. Explicou que seu trabalho se dava justamente naquelas instalações, juntamente com uma equipa de 22 engenheiros contratados para estudar os sistemas de propulsão dos discos voadores. Ele descobriu uma substância espessa e desbotada que chamou de "Elemento 115", que impulsionava a aeronave alienígena. Ainda segundo Lazar, o S-4 era um enorme complexo subterrâneo que ocupava toda a área de uma cordilheira de montanhas. No início, o físico pensou que estivesse trabalhando com uma tecnologia altamente sofisticada criada pelo homem, mas, quando entrou num dos discos voadores lá alojados, convenceu-se de que se tratava de algo de outro mundo, porque tanto a sua forma como as suas dimensões confirmaram a sua origem não humana. “As naves que examinei não possuíam juntas aparentes, nenhuma solda, parafusos ou rebites”, disse Lazar, “As bordas de todos os elementos da nave espacial eram arredondadas e suaves, como se tivessem sido feitas com cera quente submetida a um rápido processo de arrefecimento”. De acordo com seu relato, havia arcos e delicadas cadeiras de somente 30 cm de altura no interior dos veículos espaciais. A sua unidade de propulsão era o que mais o intrigava: tinha o tamanho de uma bola de basebol e irradiava um campo antigravitacional através de uma coluna oca, situada verticalmente no centro da nave. Lazar teve sua curiosidade científica aguçada e passou a procurar informações sobre tudo o que acontecia em S-4. Foi quando teve acesso a uma quantidade impressionante de informações sobre os UFO’s, “inclusive fotografias de autópsias de pequenos seres cinzas com grandes cabeças calvas”, declarou à Revista UFO. “O governo estava escondendo da população factos da maior gravidade, e tudo aquilo estava sendo feito em Groom Lake, mais precisamente em S-4”, desabafou. Muita gente atribui aos relatos de Lazar apenas uma fertilíssima imaginação e uma desmedida volúpia por fama e dinheiro. O físico teve muito do primeiro, mas quase nada do segundo, e hoje tem a sua reputação e credibilidade colocadas em cheque por muitos ufólogos que não acreditam na sua história.
· Ameaças a testemunhas: a partir do momento em que se começou a suspeitar dos projectos da Área 51, várias pessoas tentaram resolver este problema, procurando respostas ou pesquisando sobre a base. No entanto, esse trabalho não se verificou e não se tem verificado fácil; “não é fácil tentar descobrir alguma coisa sobre o que acontece na Área 51”, desabafou o experiente jornalista de Las Vegas George Knapp. “Todas as investigações que realizamos são acompanhadas por militares da base, e as nossas tentativas de entrevistar testemunhas que lá trabalham são completamente frustradas”. Outro jornalista que investigava a Área abandonou seu trabalho por ter recebido represálias. Um engenheiro electrónico que observou um disco voador nos arredores da base dizia estar disposto a fazer uma declaração num programa de tv, mas desistiu da tentativa assim que percebeu estar sendo seguido por militares. Muitas outras testemunhas dispostas a vir a público foram ameaçadas de forma directa ou indirecta. O ufólogo Norio Hayakawa filmou a rápida aparição de um objecto que surgia próximo da Área 51 – “definitivamente sem hipótese alguma é um avião” –, mas quando tentou fazer declarações a seu respeito, foi intimidado por agentes federais. Ainda assim, filmagens de UFO’s nos arredores de Las Vegas e ao norte, próximo de Dreamland, estão longe de serem incomuns. A Revista UFO chegou a lançar, nos anos 80, um vídeo com mais de 120 minutos de filmes de estranhos objectos voadores não identificados.
Argumentos que refutam a teoria da conspiração sobre a Área 51
· Projectos confirmados da Área 51: o avião espião U-2 é um projecto confirmado da Área 51. Lockheed trabalhou com a CIA para desenvolver um avião que pudesse voar grandes altitudes e espiar outras nações. O U-2 poderia voar a altitudes de 21.280 metros, e foi eficaz em missões de reconhecimento por muitos anos.
Engenheiros projectaram um avião chamado Suntan para ser o sucessor do U-2. Este poderia voar a velocidades de até mach 2.5 (quase 3.200 quilómetros por hora). O Suntan usava hidrogénio líquido como combustível, o que representou o seu declínio final. Os engenheiros decidiram que seria muito caro criar uma infra-estrutura de combustível para suportar os voos do Suntan, e o governo cancelou o projecto.
O A-12, que posteriormente ficou conhecido como o SR-71 Blackbird, tornou-se o sucessor do U-2. O A-12 era um protótipo que gradualmente evoluiu para o SR-71. Esses aviões poderiam voar até mach 3 (3700 quilómetros por hora) e poderiam alcançar altitudes de 27.360 quilómetros.
O Suntan e o SR-71 Blackbird foram as primeiras tentativas bem sucedidas de criar a aeronave invisível. O primeiro tinha um formato estranho, parecido com uma baleia, o que inspirou os observadores a chamá-lo de "Shamu". Este foi projectado para voar baixo sobre operações de campo como um veículo de reconhecimento. O SR-71 Blackbird foi um protótipo para o caça invisível F117-A.
O Suntan apareceu pela primeira vez na Área 51 em 1977. O caça invisível permaneceu um segredo até a Força Aérea oficialmente revelá-lo ao público, em 1990. Um possível projecto da Área 51, o TR3A Black Manta, poderia ser um potencial sucessor do caça invisível, ou na realidade poderia ser um dos muitos tipos de veículos aéreos não-tripulados (UAV’s). Actualmente, existe muito interesse nos UAV’s, pois estes fornecem aos militares os métodos para reunir informações sem colocar em risco as vidas de pilotos e soldados.
O Aurora é outro projecto que foi associado à Área 51. Hoje acredita-se que esse projecto foi cancelado, que o Aurora supostamente foi uma substituição para o SR-71. Este seria um jacto de reconhecimento hipersónico, capaz de atingir velocidades até 7.406 quilómetros por hora. O projecto pode ter falhado completamente, ou talvez o Aurora seja outro tipo de UAV e não um jacto.
Aeronaves soviéticas também tiveram uma ampla participação na Área 51. Estes aviões vieram da União Soviética e foram capturados ou adquiridos de outra forma. A Força Aérea e a CIA usaram essas aeronaves em exercícios de treino e jogos de guerra. O uso de aeronaves soviéticas no espaço aéreo da Área 51 inspirou seu apelido de Quadrado Vermelho.
· Caso Roswell: no dia 8 de Julho de 1947, a Base Aérea de Roswell emitiu um comunicado à imprensa escrito pelo General William "Butch" Blanchard, declarando que eles haviam recuperado os restos de um objecto voador não-identificado. O Exército rapidamente retirou a declaração, mas não antes que ela corresse por vários jornais. De acordo com o Exército, aquilo não era de forma alguma um disco voador, mas um balão meteorológico. Anos mais tarde, documentos não confidenciais disseram que o objecto recolhido em Roswell era, de facto, um balão criado para um programa de vigilância chamado Projecto Mogul. A história do balão meteorológico era um encobrimento para esse projecto secreto.
· Declarações de Robert Lazar: cépticos investigaram o mais profundamente possível as declarações de Lazar, e muitas delas pareceram ser falsas. Por exemplo, Lazar diz que possui Mestrado em CalTech e MIT, mas não há evidência sequer de ele ter frequentado alguma dessas universidades. Lazar diz que isso se deve ao facto de o governo estar activamente tentando apagar sua existência para desacreditá-lo. Os cépticos acreditam que Lazar simplesmente está inventando a história toda, e indicam que é uma tarefa monumental apagar a identidade de alguém: seria necessário remover o nome de Lazar de tudo, de documentos oficiais aos anuários escolares. Mesmo assim, as declarações de Lazar inspiraram uma explosão de interesse em ovnis e na Área 51.
· Instalações subterrâneas na Área 51: na opinião dos cépticos, um projecto de construção tão grande como a criação de instalações subterrâneas precisaria de uma força de trabalho enorme, exigiria a remoção de toneladas de terra, que precisariam ir para algum lugar, e haveria necessidade de uma grande quantidade de materiais de construção. A falta de evidências convence os cépticos de que, na sua maioria, o que se vê através das imagens divulgadas da Área 51, é o que realmente existe.
Conclusão
Desde a sua construção que a Área 51 sempre esteve envolta num véu de mistério, que o governo dos E.U.A. não olhou a meios para manter.
Todo este secretismo suscitou a curiosidade dos cépticos, que colocaram perguntas como “o que realmente acontece nesta base?” ou “porque é que o espaço aéreo acima dela é tão restrito ao ponto de nem aeronaves militares estarem autorizadas a lã voar?”, entre outras.
Ao longo desta parte do trabalho, tentamos encontrar respostas para estas e tantas outras perguntas, recorrendo a provas físicas e testemunhos de diversos indivíduos.
No entanto, por ser um assunto tão protegido por uma entidade tão poderosa como os E.U.A., a informação e as provas disponíveis são um pouco contraditórias e, consequentemente, inconclusivas, pelo que nos foi impossível tomar qualquer tipo de posição no que toca a este assunto.

