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World Trade Center

 WORLD TRADE CENTER

 

 

 

 

O World Trade Center (WTC) foi um complexo de 7 prédios construído em Manhattan (baixa de Nova Iorque), projectado pelo arquitecto Minoru Yamazaki e pelo engenheiro Leslie Robertson. Foi desenvolvido pelo “Port Authority of New York and New Jersey”, ao qual foi arrendado em Julho de 2001 pela empresa World Trade Center. A sua construção foi iniciada em 1960 por uma empresa intitulada Lower Manhattan, e terminou em 1970. No entanto, apenas em 1972 as primeiras empresas começaram a ir para os edifícios, e a cerimónia de inauguração aconteceu em 4 de Abril de 1973.

Este complexo era mais conhecido pelo nome “torres gémeas” (do inglês “twin towers”), pois os edifícios mais conhecidos eram exactamente duas torres constituídas por 110 andares (dos quais só 101 eram utilizáveis), com 1.24 milhões de m² de espaço de escritório.

O Complexo era formado por sete edifícios: as Torres Gémeas, que eram constituídas pelo WTC 1 (Torre Norte) e pelo WTC 2 (Torre Sul); pelo Hotel Marriott (WTC 3); pelo WTC4; pelo WTC5; pelo WTC6; e, por fim, pelo WTC7. Todos estes 7 edifícios originais do complexo foram destruídos no ataque terrorista do dia 11 de Setembro de 2001: as torres Norte e Sul e o WTC   7 desabaram como consequência do impacto dos aviões e dos incêndios subsequentes; o Hotel Marriott foi esmagado pelo colapso dos WTC 1 e 2; os WTC 4, 5 e 6 ficaram bastante danificados durante o desmoronamento do restante complexo, pelo que foram posteriormente demolidos.

Mas não foi só no dia 11 de Setembro de 2001 que ocorreram incidentes no WTC: no dia 13 de Fevereiro de 1975, sucedeu um incêndio na torre Norte que se espalhou por vários andares; a 26 de Fevereiro de 1993, um camião carregado de dinamite embateu contra o WTC, explodindo e matando 6 pessoas.

As “Twin Towers” eram dos ícones mais visitados de Nova Iorque, tendo aparecido em diversos filmes, programas de televisão e anúncios publicitários.

Actualmente, está a ser construído um novo complexo de edifícios no lugar do antigo World Trade Center, que terá o nome deste.

 

 

11 de Setembro de 2001

 

Às 8h45 da manhã do dia 11 de Setembro de 2001, o World Trade Center foi alvo do maior atentado terrorista da História, quando a Torre Norte foi atingida pelo voo 11 da American Airlines. Imediatamente após o choque, as pessoas que trabalhavam na Torre Sul receberam os avisos de emergência para descer. Quando chegaram ao átrio, foram informados pelos seguranças do WTC que o prédio estava seguro e que todos podiam voltar para os seus trabalhos. Até então, acreditava-se que a colisão do avião com a Torre Norte teria sido acidental e apenas o WTC 1 corria perigo.

A maioria voltou para seus escritórios esperando que fossem informados caso houvesse necessidade de abandonar o edifício. No entanto, às 9h03 da manhã, o voo 175 da United Airlines chocou com a Torre Sul, atingindo-a do 78º andar ao 83º andar.

Às 9h10, o serviço de segurança de Nova Iorque (NY) ordenou a evacuação total do complexo. Todas as pessoas que ficaram nos andares acima da zona do impacto da Torre Norte morreram, e na Torre Sul apenas sobreviveram 18 pessoas, que encontraram uma escada intacta que levava até ao átrio do prédio.

Momentos antes do colapso de ambas as torres, os bombeiros nova-iorquinos que faziam o resgate das vítimas relataram a ocorrência de explosões sucessivas, parecendo bombas a serem detonadas, facto utilizado pelos conspiradores como prova de que havia engenhos explosivos no interior do edifício. Porém, não existem provas concretas se o som das ditas explosões foi causado por detonações de bombas ou pelo suposto colapso da estrutura do WTC. Para os que acreditam na teoria da conspiração, ainda existem muitas provas intactas, e até hoje o governo não explicou totalmente a história.

 

 

 

 

 

Teoria oficial

 Existem enumeras teorias explicativas do que ocorreu no dia 11 de Setembro de 2001 no WTC, mas neste trabalho só iremos falar na teoria oficial e numa teoria alternativa, a dita teoria da conspiração.

A teoria oficial diz-nos que os incêndios nas torres Norte e Sul eram de tal forma quentes, que levaram à fusão do aço constituinte dos alicerces dos edifícios, levando assim a uma quebra e curvatura do prédio.

Esta teoria, para além de implausível, é também um “atentado” a muitas leis da Física. É implausível por duas grandes razões: a primeira razão, é o simples facto de que o fogo nunca levou estruturas altas de aço a desmoronar, a segunda é que os WTC 1 e 2 caíram com uma implosão perfeita, e com uma velocidade quase de queda livre, o que não deveria de acontecer se fosse o fogo e os danos dos aviões os responsáveis pelo colapso destes edifícios. Para além disto, sabe-se que as Torres Gémeas foram concebidas para aguentar os impactos de aeronaves como as utilizadas no 11 de Setembro.

            Mas, considerando por momentos que os WTC 1 e 2 teriam sido construídos como os restantes prédios do complexo, permanece a impossibilidade de os incêndios que proliferaram nas torres terem causado o derretimento das suas estruturas, pois estes incêndios, alimentados pelo combustível dos aviões, podem atingir no máximo a temperatura de 927ºC, temperatura que está aproximadamente 593ºC abaixo da temperatura de fusão do aço (aproximadamente 1500ºC). Assim, facilmente se conclui que não seria possível os alicerces das Torres Gémeas derreterem devido aos incêndios.

 

 

Teoria alternativa (teoria da conspiração)

 

A teoria alternativa defende que o 11 de Setembro foi orquestrado por terroristas internos, e que tudo já estava planeado antes deste fatídico dia. Defende também que a teoria oficial é um atentado a muitas leis da física e é inviável, como já referimos anteriormente. É inviável por duas razões:

- primeira razão: o aço é um bom condutor de calor, tal como todos os metais, mas como os edifícios eram enormes e os incêndios não eram proporcionais ao seu tamanho, o calor acabou por dispersar rapidamente por todo o edifício, não levando assim à fusão deste metal.

Para além dos argumentos anteriormente expostos, se os fogos estivessem a temperaturas tão elevadas como a teoria oficial afirma, os vidros das torres acabariam por partir, o que não se verificou.

- segunda razão: como já foi referido anteriormente, os WTC 1 e 2 caíram com uma implosão perfeita. Isto seria impossível se o fogo e os danos causados pelos aviões fossem os verdadeiros responsáveis pelo colapso dos edifícios.

A verdade é que todos os colapsos anteriores, semelhantes ao colapso das torres gémeas, foram provocados por um procedimento denominada demolição controlada. Este procedimento consiste em colocar explosivos, capazes de destruir aço, em lugares cruciais por todo o edifício, que vão fazer com que este se desmorone de uma maneira muito particular, a uma velocidade quase de queda livre.

Durante a queda das torres, e mesmo antes de estas terem caído, verificaram-se características particulares de colapsos através de demolição controlada:

·        Início súbito: numa demolição controlada, o início é súbito; num primeiro momento, o edifício está perfeitamente imóvel. De seguida, começa repentinamente a entrar em colapso, tal como se verificou no fatídico dia do ataque terrorista às Torres Gémeas.

Num colapso induzido por incêndios (se houvessem casos do mesmo), o início seria gradual; as vigas constituintes das torres começariam a perder firmeza e vigor, mas, como mostram os vídeos, não havia sinais de encurvamento ou perda de firmeza. Mesmo nos andares acima dos estragos provocados pelos impactos dos aviões, os andares permaneceram imóveis até ao momento em que começaram os colapsos

·        Queda a pique: o mais importante numa demolição controlada é que o edifício caia a direito, dentro ou pelo menos próximo do seu perímetro, de modo a que não danifique as estruturas circundantes. Toda a arte da ciência da demolição controlada é orientada em torno desse objectivo.

Assim, segundo a teoria oficial, os 110 andares constituintes de cada uma das “Twin Towers” iriam cair fora do seu terreno, causando danos a muitos edifícios próximos destas, o que não aconteceu, pois as torres caíram numa implosão perfeita, característica de um colapso com explosões.

·        Velocidade quase de queda livre: os edifícios que desabam por demolição controlada caiem a uma velocidade quase de queda livre. Isto pode ocorrer porque os apoios para os pisos mais baixos são destruídos, de modo que quando os pisos superiores caem não encontram resistência.

De acordo com a teoria oficial, a maneira como as torres caíram era traduzida por uma teoria denominada “teoria da panqueca”. Esta teoria consistia em que os pisos acima daqueles que foram enfraquecidos pelo impacto do avião caíram sobre o piso de baixo, o que provocava uma reacção em cadeia, de modo que os pisos "panquecaram" durante o colapso. Mas se a teoria da panqueca tivesse acontecido, os pisos inferiores teriam conseguido suportar o peso dos pisos superiores devido a estes serem constituídos por uma grande quantidade de aço e betão. Assim, as torres não teriam desmoronado e os pisos superiores nunca poderiam ter caído através dos pisos inferiores, à mesma velocidade que caíram através do ar. Contudo, os vídeos do colapso mostram que o entulho que cai dentro do edifício caía à mesma velocidade que o entulho que caía do lado de fora.

Para além disso, não há uma explicação plausível para o que terá levado ao colapso global a uma velocidade virtual de queda livre (a Torre Sul desmoronou-se em 10 segundos e Norte em 11 segundos).

·        Aço cortado: nas demolições controladas de edifícios com estrutura de aço, são utilizados explosivos para cortar em pedaços colunas e vigas de aço pequenas, para que depois a limpeza do terreno seja mais fácil. De certo modo, também queda das Twin Towers conseguiu imitar esta característica das demolições controladas.

·        Pulverização do betão e de outros materiais: outra característica da demolição controlada é que há produção de pequena quantidades de poeira, porque os explosivos utilizados são suficientemente poderosos para cortar aço, pulverizando betão e a maior parte das outras substâncias não-metálicas em micro-partículas.

Este facto cria um problema para a teoria oficial, segundo a qual a única energia disponível era a gravitacional. Esta energia teria sido suficiente para partir a maior parte do betão em peças bastantes pequenas, mas não teria estado de modo algum próxima da quantidade de energia necessária para transformar o betão e virtualmente todos os conteúdos não-metálicos dos edifícios em micro-partículas de pó.

·         Nuvens de pó: nas demolições controladas há sempre a produção de nuvens de pó, as quais resultam das explosões, quando a poeira é ejectada a partir do edifício com grande energia. Como se pode verificar ao comparar vídeos na internet, o colapso das torres produziu nuvens que são muito semelhantes àquelas provocadas por demolições controladas de outras estruturas.

 

 

·         Ejecções horizontais: outra característica das demolições controladas é a ejecção horizontal de outros materiais, além do pó, das áreas do edifício nas quais são deflagrados explosivos. No caso das Twin Towers, fotos e vídeos revelam que pesadas peças de aço foram ejectadas em todas as direcções a distâncias de mais de 500 pés (152 metros), enquanto a cobertura de alumínio foi atirada a mais de 700 pés (213 m) das torres. Sendo a energia gravitacional a única energia disponível, esta é, naturalmente, vertical, de modo que não se pode nem mesmo começar a explicar estas ejecções horizontais.

·         Cadeias de demolição: consistem em quais séries de pequenas explosões que se desencadeiam rapidamente ao longo do edifício. Esta característica também se manifestou na queda das torres.

·         Sons produzidos pelas explosões: a utilização de explosivos para induzir colapsos produz sons característicos, que foram ouvidos por várias pessoas presentes no local aquando dos atentados de 11 de Setembro. Seguem-se alguns testemunhos:

- "Ouvimos o que soava a uma explosão surda e levantando os olhos vi a torre dois começar a vir abaixo" - John Sudnik, chefe do batalhão dos bombeiros, em NY

- "Ouvi três explosões, e a seguir a torre dois começou a vir abaixo" - Kevin Darnowski, paramédico em NY

- "Ouvimos explosões a virem da torre sul (...) Houve cerca de dez explosões (...) Percebemos então que o edifício começou a vir abaixo" - Craig Carlsen, bombeiro em NY

·         Aço fundido: esta característica só seria de esperar se fossem utilizados explosivos para cortar as colunas de aço. O aço ficaria fundido, e a sua existência no sítio do WTC foi na realidade relatada por várias testemunhas. Seguem-se algumas citações referentes a este tópico:

- "Vi aço literalmente fundido" (referindo-se aos escombros) - Peter Tully, presidente da Tully Construction em Bollyn, 2004

- “Pontos quentes de aço fundido foram descobertos nas bases dos poços dos elevadores das torres principais, sete níveis abaixo (porão) “ - Mark Loizeaux, presidente da Controlled Demolition em Bollyn, 2004

- "Por vezes, quando um trabalhador puxava uma trave de aço das ruínas, a ponta da trave pingava aço fundido" - Greg Fuchek, vice-presidente de vendas da LinksPoint, Inc. em Walsh, 2002

 

A probabilidade de que qualquer destas características se verificar na ausência de explosivos é extremamente baixa.

A hipótese de que foram utilizados explosivos no atentado às Torres Gémeas levanta uma questão fundamental: como foram esses mesmos explosivos colocados no interior dos edifícios, de modo a causarem uma implosão perfeita? Seria de esperar que a segurança apertada nas entradas das torres conseguisse filtrar qualquer engenho minimamente suspeito de ameaçar a segurança dos edifícios, no entanto, tal parece não ter acontecido.

Aquando dos atentados de 11 de Setembro de 2001, a empresa responsável pela segurança do WTC era a Securacom (agora chamada Stratesec). Entre 1993 e 2000, período em que a Securacom instalou um novo sistema de segurança, Marvin Bush, o irmão do ex-presidente George W. Bush, foi um dos directores da companhia. No fim-de-semana de 8 e 9 de Setembro de 2001, houve uma falha de energia na Torre Sul. Isto significa que não houve abastecimento eléctrico durante aproximadamente 36 horas a partir do piso 50 para cima. A razão apresentada pelo WTC para essa falha foi que o sistema eléctrico na torre estava a ser melhorado. Naturalmente, sem energia não havia câmaras de segurança, nem fechaduras de segurança nas portas, enquanto muitos “engenheiros” entravam e a saíam da torre sem qualquer supervisão.

Outra irregularidade foi a remoção do aço dos edifícios nos dias imediatamente após os atentados. Ora, remover qualquer objecto que possa ser considerado prova da cena de um crime é geralmente um delito federal, mas, neste caso, os responsáveis federais facilitaram a remoção. O aço dos edifícios foi removido rapidamente antes que pudesse ser examinado adequadamente, tendo sido todo ele virtualmente vendido a sucateiros, os quais o embarcaram em navios para a Ásia e para a Europa.

A decisão de reciclar rapidamente as colunas de aço do WTC significa que respostas definitivas nunca poderão ser encontradas, também porque nunca foram descobertas as caixas negras dos aviões. Segundo o que foi revelado após o 11 de Setembro pelo governo, as caixas negras nunca foram encontradas devido às elevadas temperaturas que se fizeram sentir nas torres, causando a sua destruição. Este facto é visivelmente mentira, pois as caixas negras são preparadas para resistir a situações adversas como estas. Mas não é só este facto que torna o “desaparecimento” das caixas negras uma impossibilidade, pois foi encontrado nos escombros um passaporte intacto. Ora, se um simples passaporte sobreviveu às ditas “altas temperaturas” nas torres, é óbvio que as caixas negras dos aviões também teriam resistido. Então, o que terá acontecido às caixas negras?

Resta-nos explicar a queda do edifício 7. Os próprios organismos oficiais admitiram que a queda deste edifício se deu no seio de circunstâncias duvidosas, pois não foi atingido por um avião, de modo que nenhuma das teorias acerca de como os impactos dos aviões contribuíram para os colapsos das torres pode ser aplicada em relação a ele, e sofreu apenas pequenos incêndios, tal como evidenciam as provas fotográficas, pelo que estes também não podem ter contribuído significativamente para o colapso deste edifício.

Não seria surpreendente que os incêndios neste edifício fossem mais pequenos do que aqueles nas torres, porque não havia combustível proveniente dos aviões para se iniciar um grande incêndio. Alguns defensores da teoria oficial afirmaram que o diesel armazenado neste edifício de alguma maneira se incendiou e criou um inferno, mas se o edifício 7 tivesse sido consumido por chamas, como é que nenhum dos muitos fotógrafos e equipas de TV no local capturou essa imagem?

Mas há outra teoria para a queda deste edifício, que diz que o colapso das Torres Gémeas provocou alguns abalos sísmicos equivalentes aos de um terramoto, que causaram o abatimento do prédio. Mas este caiu de uma forma completamente vertical, numa implosão mais do que perfeita, pelo que não poderiam ter sido os abalos sísmicos a causa da queda deste prédio, pois os prédios que caem por abalos sísmicos caem lateralmente.

Passemos agora à análise dos “culpados” deste atentado. Quando um grupo terrorista comete um atentado, acaba por o reivindicar, pois isto traz prestígio ao grupo. No entanto, nos atentados às Torres Gémeas, isto não aconteceu, e estes acabaram por ser atribuídos à Al Qaeda, chefiada por Ossama Bin Laden, aparentemente sem qualquer razão.

Coincidência ou não, esta “organização terrorista” foi criada pela CIA em Dezembro de 1979, como um ramo da Agência no Afeganistão, e foi pedido ao príncipe Turki al-Faisal que a gerisse financeiramente. Este príncipe foi também director dos Serviços Secretos Sauditas entre 1997 e Agosto de 2001. Em 10 anos, a CIA investiu 2 mil milhões de dólares no Afeganistão para deixar a URSS em desvantagem, e foram as operações mais dispendiosas que alguma vez se desenvolveu.

O facto de ter ficado em aberto a questão de quem realmente praticou os actos de 11 de Setembro de 2001, faz com que os EUA tenham carta branca para atacar o mundo indiscriminadamente, isto é, bombardearem os países em que têm interesse. Isto não seria possível se um grupo tivesse assumido os "atentados", pois nesse caso os EUA seriam obrigados a combater somente tal grupo, o que não é seria do seu interesse.

Por tudo isto, já é possível concluir, para além de qualquer dúvida razoável, que a destruição do World Trade Center foi um trabalho que partiu de dentro da própria América, orquestrado por terroristas internos, visto que a Al Qaeda é financiada pela CIA. Terroristas estrangeiros não podiam ter conseguido acesso aos edifícios para colocar os explosivos, e provavelmente não teriam tido a cortesia de assegurar que os edifícios abatessem verticalmente ao invés de cair sobre edifícios em torno, para além de que não poderiam ter orquestrado a rápida retirada do aço. Todos estes eventos só poderiam ter sido orquestrados por forças dentro do próprio governo americano, com várias finalidades, como culpar terroristas islâmicos do que aconteceu a 11 de Setembro de 2001, para depois utilizar o suposto “atentado” como pretexto para invadir e dominar pela força os países de onde estes terroristas são originários, que por coincidência são ricos em petróleo, o principal interesse mundial da actualidade.

 

 

 

 

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